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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sexo, use camisinha!




Campanhas, orientações... é difícil encontrarmos hoje em dia pessoas que não saibam a importância de usar a camisinha. 

Mas muitos ficam apenas na teoria, se esquecendo da prática, mesmo sabendo dos riscos que estará correndo.

Estudos realizados apontam para um número muito grande de jovens que começaram a ter relação sexual. Mostrando também que alguns não utilizam o preservativo durante a relação sexual.

Mas não são apenas os jovens que precisam usar, mas toda a população sexualmente ativa, independente da idade. Até porque o preservativo vai muito além de prevenir uma gravidez, ele ajuda e muito na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST's).

As DST's são as doenças adquiridas ao ter contato sexual (vaginal, oral ou anal). Atualmente são conhecidas mais de 20 doenças sexualmente transmissíveis que afetam tanto homens como mulheres, sendo que algumas possuem cura, outras não, podendo levar até a morte.

Uma DST pode influenciar muito na vida da pessoa, desde na sua saúde física, emocional e em sua qualidade de vida.

As DST's são:

 
  • Cancro duro (sífilis)
  • Cancro mole
  • Candidíase
  • Herpes Simples Genital
  • Gonorréia
  • Condiloma acuminado (HPV)
  • Linfogranuloma venéreo
  • Granuloma Inguinal
  • Pediculose do Púbis
  • Hepatite B
  • AIDS
  • Infecção por clamídia
  • Infecção por trichomonas
  • Infeção por ureaplasma
  • Infeção por gardnerella
  • Molusco contagioso
Acredito que muitas doenças citadas acima várias pessoas não conhecem.

A camisinha deve ser usada sempre! Ela pode ser encontrada em farmácias, lojas sexshop, ou em qualquer posto de saúde, sendo no posto distribuído gratuitamente.

Tanto a camisinha masculina quanto a feminina são eficazes como método contraceptivo e contra DST's.

Portanto, não deixe de usar! Mas use corretamente. Esteja atento ao prazo de validade.

E lembre-se:
  1. Jamais utilize a mesma camisinha quando fizer sexo anal e sexo vaginal em uma mesma relação, 
  2. Não reutilize a mesma camisinha mais de uma vez,
  3. Após ejacular, retire a camisinha,
  4. Não utilize duas camisinhas ao mesmo tempo.
Como utilizar o preservativo masculino:

Coloque a camisinha com o pênis ereto, antes que ele toque a vagina. Isto deve ser feito logo no início do ato sexual, pois já existe a eliminação de um fluído pré-ejaculatório com quantidades suficientes de espermatozoides para que ocorra a contaminação ou a fecundação.



Abra a embalagem com cuidado, não abra com os dentes para não correr o risco  de furar a camisinha, coloque a camisinha somente quando o pênis estiver ereto.


Desenrole a camisinha até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para retirar o ar. Só use lubrificantes a base de água, evitando vaselina e outros lubrificantes a base de óleo.
Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis ainda ereto, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha.
                        Dê um nó no meio da camisinha e jogue-a no lixo. 


Como utilizar o preservativo feminino:

Para colocar a camisinha feminina, encontre uma posição confortável. pode ser em pé, com um pé em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada.
Segure a argole menor com o polegar e o indicador
Aperte a argola e introduza na vagina com o dedo indicador.
Empurre-a com o dedo indicador.
A argola maior fica para fora da vagina, isso aumenta a proteção.
Para retirar, gire a argola que está do lado de fora da vagina para que o sêmen não vaze, e puxe com cuidado para fora.

Não use desculpas, use camisinha! A prevenção é a melhor maneira para não se arrepender depois. 

Sexo seguro proporciona muito mais prazer durante toda a vida! Buscar apenas o prazer imediato pode prejudicar seu prazer futuro, não caia nessa!

Psi. Adriana R. de C. Visioli





sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Afinal, o ponto G existe?

Pesquisa afirma que a zona erógena é pura ilusão; conversamos com 10 feras no assunto

Julia Reis, iG São Paulo


Recente pesquisa britânica trouxe um velho tema às manchetes: o ponto G. Segundo o estudo do londrino King's College, a zona erógena feminina - que seria capaz de elevar o prazer ao nível máximo - pode ser fruto da imaginação das mulheres - estimuladas pela mídia. Para debater a questão, o Delas conversou com especialistas no assunto, que colocam o tal ponto mágico no seu devido lugar. 
"O ponto G não é anatomicamente definido. Ele é imaginário e habitualmente relacionado ao teto da vagina, que é uma zona erógena bem próxima ao clitóris. Por ser muito sensível, gera excitação e lubrificação.” César Eduardo Fernandes, ginecologista e presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo.
Apontar a existência do ponto G é estigmatizar a mulher, o que cria apenas ansiedade e cobrança. O ponto G é uma resposta sexual feminina a um estímulo associado ao desejo, porém diversos fatores - como fisiológico, psicológico e emocional - determinam qual é a capacidade da mulher se entregar na relação." Paulo Bonança, psicólogo, sexólogo e membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana.
“Eu não acredito em Ponto G. Há uma rugosidade diferente em determinada área da vagina, mas isso não quer dizer que as mulheres sintam mais prazer naquele ponto, tudo depende de como ela for estimulada. Na verdade, costumo brincar que a mulher tem dois pontos G: um em cada ouvido.” Sylvia Faria Marzano, urologista, terapeuta sexual e diretora geral do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP).
A existência (ou ausência) do Ponto G não é fundamental para que a mulher sinta prazer, e sim o conhecimento dos seus próprios pontos sensíveis: estimular a mama, a nuca ou até mesmo entre os dedos dos pés pode gerar muito prazer.” Alfredo Romero, especialista em sexualidade e diretor do Instituto Brasileiro para a Saúde Sexual.
“Cada mulher tem um ponto especial, um desejo, um tipo de toque. Ela descobre locais de prazer que pode dar o nome de ponto G, ou não”. Otavio Leal, professor de tantra.
"Eu não acredito em ponto G, o abecedário é muito grande e o G fica no meio do caminho. A mulher até pode ter um espessamento maior no ponto da vagina que fica atrás da bexiga - pesquisadores dizem ser uma reminiscência da próstata que não se desenvolve no período de gestação - porém também existem outras áreas sensíveis. O prazer dela está mais ligado a sua autoestima, ao parceiro e principalmente ao autoconhecimento. A mulher pode gozar muito mais com o carinho do que com a penetração, tudo depende do momento em que ela está.” Amaury Mendes Júnior, sexólogo e terapeuta.
“Cada pessoa tem pontos específicos com maior sensibilidade, essas são as zonas erógenas, áreas do corpo que apresentam maior irrigação nervosa. Dizer que existe um ponto G é algo exagerado.A região do períneo (entre a vulva e o ânus), por exemplo, é muito sensível ao toque, e existem outras áreas do corpo que também podem ser estimuladas. O segredo é ter autoconhecimento, descobrir o que pode ser excitante e explicar isso para o parceiro." Ivaldo Silva, ginecologista e professor do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
“Por não ser um ponto específico, o ponto G ganha agora o conceito de ‘área’, que é chamada de ‘plataforma orgástica’. Essa região localiza-se na parede vaginal, bem no começo. Durante o ato sexual, a melhor posição para favorecer o contato de área com o pênis é quando a mulher fica por cima do homem e faz o movimento para frente e para trás." Rosana Simões, ginecologista e professora da UNIFESP.
“Na literatura médica, o ponto G existe sim e está localizado na parede interna no começo da vagina, sendo essa uma região de sensibilidade maior que as demais áreas. Porém, com os avanços no estudo sobre a sexualidade, descobriu-se que o clitóris chega a ser mais sensível do que o ponto G. De qualquer forma, não há uma receita, cada mulher tem que descobrir o que lhe dá mais prazer.” Dr. Francisco Carlos Anello, médico ginecologista e especialista em sexualidade.
“Não se trata de imaginação, como algo que inexistente. Ocorre que as sensações sexuais e eróticas passam por um processo mental - são registradas no cérebro e então passam a existir fisicamente. Além do ponto G, muitas partes do corpo são erógenas, algumas delas extragenitais, que podem também conduzir ao orgasmo, desde que o ponto passe a receber estímulos e direcionamento erótico-sexual." Oswaldo M. Rodrigues Jr., psicólogo e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex).

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Você é viciado em sexo?

O que Tiger Woods, Michel Douglas e  David Duchovny tem em comum? Foram internados em clínicas psiquiátricas por serem viciados em sexo. 
Todos tiveram suas vidas abaladas, problemas no trabalho e em seus relacionamentos.

O vício em sexo ou pornografia atinge quase que em totalidade a ala masculina. Muitos podem ser os fatores que desencadeiam esse problema, que se não for tratado pode se tornar um transtorno que acaba com a vida social e afetiva. Esse teste abaixo foi feito pelo PROAD (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), serviço ligado ao Departamento de Psiquiatria da UNIFESP.
Se você responder sim para mais de 6 questões, talvez você tenha tendência a ser um dependente de sexo e precise de ajuda profissional. Quando falamos em ajuda profissional siginifica ajuda psiquiátrica, psicológica e medicamentosa. Não deixe chegar ao ponto de que sua vida comece a ruir para procurar ajuda, e nem ache que é porque é sexo e prazer que não vai lhe fazer mal. O problema é o VÍCIO, que pode virar um transtorno grave e acabar com sua vida.

O PROAD atende gratuitamente, inclusive com internações. Para mais informações, acesse  http://www.proad.unifesp.br/index.htm

Faça o teste:
  
1. Você sofreu abuso sexual quando criança ou na adolescência?

2. Você tem assinado ou comprado regularmente revistas pornográficas? 

3. Seus pais tiveram problemas de ordem sexual? 

4. Você frequentemente se percebe preocupado com questões sexuais? 

5. Você acha que seu comportamento sexual não é normal?

6. Sua(seu) esposa(o) ou companheira(o) se preocupa ou até mesmo reclama de seu comportamento sexual?

7. Para você é difícil interromper seu comportamento sexual mesmo sabendo que é inadequado? 

8. Você chega a se sentir mal por causa de sua conduta sexual? 

9. Sua conduta sexual já causou problemas a você ou à sua família? 

10. Você alguma vez buscou ajuda para lidar com comportamentos sexuais de que não gostava?

11. Você já chegou a se preocupar com o fato das pessoas descobrirem a respeito de suas atividades sexuais? 

12. Alguém já se feriu emocionalmente devido à sua conduta sexual? 

13. Alguma de suas atividades sexuais é ilegal? 

14. Você ja se prometeu deixar de fazer alguma coisa relacionada ao seu comportamento sexual? 

15. Você ja fez alguma tentativa de interromper algum aspecto de sua conduta sexual e acabou não conseguindo? 


16. Você tem que esconder dos outros algum aspecto de seu comportamento sexual?

17. Você já tentou parar de fazer alguma coisa relacionada a sua atividade sexual? 

18. Você já achou que o seu comportamento sexual era degradante?

19. Sexo é para você uma forma de escapar de seus problemas? 


20. Você se sente deprimido após fazer sexo? 

21. Você já sentiu necessidade de deixar de praticar alguma forma de comportamento
sexual?

22. Sua atividade sexual interfere com sua vida familiar? 

23. Você já manteve práticas sexuais com menores de idade? 

24. Você sente que é controlado por seu desejo sexual?

25. Você sente que seu desejo sexual é mais forte do que você?

Georgia Maria
http://www.sexoerelacionamentos.com.br/index.php/sexo-e-relacionamentos/ser-sexo/1045-voce-e-viciado-em-sexo




Após conversar com algumas pessoas sobre este assunto, percebi que muitos relacionam o viciado em sexo à apenas coisas boas; principalmente os homens, relatando que gostariam de ter uma mulher viciada em sexo ao lado deles, pois assim teriam relação sexual todos os dias. 

Mas o viciado em sexo pode prejudicar muito o seu relacionamento, pois o seu desejo exacerbado (diferente do/a parceiro/a) poderá trazer inúmeros prejuízos, e um deles pode até levar à infidelidade conjugal. 

É preciso identificar este vício, e procurar ajuda de um profissional especializado em sexualidade, que poderá auxiliar tanto o casal como a pessoa com este vício a lidar melhor com as suas dificuldades, buscando assim uma melhor qualidade no relacionamento e na vida individual de cada um. 

É de suma importância quando houver um relacionamento estável (casamento ou namoro) que o/a companheiro/a sem o vício também participe do tratamento na busca de um relacionamento melhor, pois quem irá definir esta qualidade vai ser o casal. 

Psi. Adriana R. de C. Visioli



sábado, 3 de dezembro de 2011

Felizes Para Sempre...






Hoje escreverei em homenagem aos meus amigos e compadres, Wilds e Nelice, que trocarão o famoso SIM hoje à noite.





E eles viveram felizes para sempre... será só em conto de fadas?

Para alguns casais pode até ser; mas para muitos outros, é apenas o significado de um relacionamento estável e feliz!

Mas qual o segredo para que este conto de fadas faça parte de cada casal?

Em primeiro lugar, é preciso se livrar de ilusões que um casamento feliz é um casamento sem brigas, discussões, momentos difíceis... Claro, poderia até ser o casamento que todos gostariam de ter, sem estes momentos, mas até que ponto seria o casamento perfeito, sem ter momentos de descoberta do casal? Fora que isto sim seria um conto de fadas.

Estou falando de aprendizado, um aprender com o erro do outro, mostrar o que gosta e o que não gosta, o que poderia ser mudado... aprimorar o relacionamento a partir destes momentos que muitas vezes gostaríamos de passar uma borracha neles.

Quando digo que é importante discutir, não é uma discussão com ofensas, deboches, brigas, mas uma discussão positiva, saudável, onde há escuta e compreensão, que leva o casal a refletir sobre seus comportamentos com a finalidade de melhorá-los. Saiba ouvir, mas também saiba falar!

Então casal, conversem! Este é o "ponto chave" para levar a um casamento feliz!

Admitir que irão passar alegrias e tristezas juntos, ajuda a evitar as famosas frustrações.

Uma dica, nunca durmam brigados! Não levem isto adiante. Aconteceu, se acalmem, sentem, conversem e resolvam! Dormir com raiva do outro poderá aumentar o problema.

Ceder pode ser o segredo em muitas discussões. Um casamento não sobrevive com orgulho. Ambos precisam muitas vezes ceder, para que seja criado um ambiente de respeito e consideração.

Fuja da rotina! Surpreenda a pessoa que ama! Não se acomode, sempre existe algo a ser compartilhado, independente do tempo que estão juntos. Seja criativo, não deixe que o erotismo acabe! 

Existem coisas maravilhosas em um casamento saudável.

Ele melhora a auto-estima das pessoas; geralmente se sentem queridos, desejados; se tornam mais responsáveis; melhora sua saúde física e emocional; a taxa de alcoolismo e vício de drogas diminui; sofrem menos acidentes e doenças; tendem a promover comportamentos saudáveis, como se alimentar melhor, praticar exercícios físicos; são menos depressivos, com menos sofrimento psíquico; sentem menos solidão; desenvolvem mais sentimentos de esperança e felicidade; têm mais relação sexual; diminui o estresse e a ansiedade, entre muitas outras coisas que ter aquele pessoa que você ama sempre ao seu lado, ajudando, melhorando, irá refletir em tudo na vida de cada um.

Acordar juntinho da pessoa amada, ter sempre alguém para desabafar, poder rir de piadas sem graça, poder beijar o tempo todo, demonstrar que tem desejo, dizer que ama, não ter que se despedir da pessoa amada,  ter alguém para compartilhar os sonhos, dar e receber carinho...

Quem nunca teve um dia difícil no trabalho? Mas sabe que tudo vai passar, pois ao chegar em casa encontrará a pessoa que ama, e os dois juntos farão com que aquele momento juntos valerá a pena por todo o estresse passado no seu dia. 

Mas lembre-se que a obrigação não é apenas de um, mas dos dois para que haja esta sintonia no casamento. E não esqueça, que não é apenas o casamento que fará você feliz, em primeiro lugar a felicidade é uma conquista interna, que refletirá no relacionamento.

O casamento pode ser maravilhoso ou uma armadilha, vai depender do grau de amadurecimento dos que casam!

Um casamento bem sucedido é aquele que os dois estão dispostos a crescer juntos, aprender juntos, lidar com dificuldades juntos, sorrir juntos, brincar juntos! 

E mesmo com dificuldades, serão felizes para sempre!


Psi. Adriana R. de C. Visioli

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

Hoje (dia 1 de dezembro) é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

foto divulgação
Para quem não sabe o que significa a palavra AIDS, significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, provocado por um vírus chamado HIV.


Nem todos portadores do vírus HIV tem AIDS. 

Existem muitos soropositivos que podem viver anos sem apresentar os sintomas da AIDS nem desenvolver a doença. Mesmo assim, as pessoas com soropositivo precisam se cuidar, pois poderá transmitir o vírus para outra pessoa através de relações sexuais desprotegidas, compartilhando seringas contaminadas, machucados (contato com sangue contaminado), transfusão de sangue ou até mesmo de mãe para filho durante a gestação e amamentação.

A transmissão do vírus HIV pode ser evitado. 

Não existem riscos de contrair o HIV no convívio familiar, social ou profissional. Por isto não precise ter medo se de conviver com pessoas que tenha o vírus ou a AIDS.


Sempre que for ter relação sexual (vaginal, anal ou oral) utilizar a camisinha de maneira adequada. Sabendo utilizá-la a possibilidade de um rompimento do preservativo diminui.
Tente ter sempre uma relação sexual segura, sem entrar em contato com o esperma, a secreção vaginal ou o sangue.
  • Caso precisar realizar uma transfusão de sangue, exija o teste realizado com o mesmo.
  • Dê preferência a seringas e agulhas descartáveis, e jamais compartilhe-as.
Lembre-se que estes cuidados não devem ser tomados apenas com quem não tem o vírus, mas por todos, principalmente com que já contraiu o vírus HIV.

Os primeiros sintomas do vírus são muito parecidos com uma gripe, como febre e mal estar. 

Após isto, o vírus vai sofrendo mutações, mas que não enfraquece o organismo da pessoa, este período pode durar anos. Ele se chama assintomático. As células de defesa começam a serem destruídas, e o organismo da pessoa começa a ficar fraco, podendo ficar mais vulnerável a infecções comuns. Os sintomas mais comuns são febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. Como o organismo vai sofrendo uma baixa da imunidade, poderá começar a aparecer outras doenças (hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose, câncer, entre outros). E com isso atingirá o estágio mais avançado do vírus, a AIDS. 

Por isso quando uma pessoa contrai o vírus HIV, ela precisa se cuidar ao máximo, levantando sua imunidade, tendo uma qualidade de vida saudável para que não chegue a este último estágio.


Faça sempre relação sexual com segurança, assim você pode continuar tendo prazer sem a possibilidade de contrair o vírus. E também sem transmitir o vírus para outra pessoa.

Não deixe acontecer, se previna!

E caso contrair o HIV, não deixe ele progredir, busque tratamento o quanto antes, pois você também pode ter uma vida saudável. 


Psi. Adriana R. de C. Visioli