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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Sexo com Camisinha!

O carnaval está quase chegando, e por que quando se diz em carnaval o assunto CAMISINHA se torna mais evidente?

Já escutei algumas pessoas dizendo que apenas no carnaval priorizam por usar a camisinha, porque poderá não conhecer a pessoa com quem irá transar, muito menos lembrar no outro dia., em decorrência da bebida alcoólica. 

Atenção!!!!! As DST's (doenças sexualmente transmissíveis) não passam de pessoa para pessoa apenas no carnaval, e também, não irá estar estampado na testa da pessoa (por mais conhecida que ela seja) que ela possui alguma DST. Qualquer um pode ter!

No carnaval sempre aparecem campanhas para o uso do preservativo, pois o carnaval se relaciona a festas e bebidas alcoólicas, podendo fazer com que pessoas não lembrem e não se preocupem em usar a camisinha.

Não apenas neste carnaval, mas em qualquer relação sexual, use a camisinha. E se você tem um parceiro fixo, e não querem mais utilizar o preservativo, façam exame de sangue e ginecológico antes. Não jogue a sua vida fora!




Lembrando que além da camisinha masculina, existe também a feminina. A mulher pode colocar ela até 8 horas antes da relação sexual. Não aceite desculpas, se ele não colocar, coloque você!!





Independente do sexo, idade, cor, raça, cultura, país, todos estão vulneráveis a contrair uma DST, portanto CAMISINHA SEMPRE!

Um ótimo carnaval a todos, com RESPONSABILIDADE!


Psi. Adriana Visioli

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Vacina gratuita contra HPV pode ser garantida a mulheres dos 9 aos 45 anos


Mulheres com idade entre nove e 45 anos poderão ter o direito de receber gratuitamente a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o que prevê projeto aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quinta-feira (30). A ideia é oferecer para a população nessa faixa etária um aliado no combate ao HPV, vírus transmitido por contato sexual que vem sendo considerado a principal causa do câncer do colo de útero.
O projeto, de iniciativa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), foi a exame com voto favorável da relatora, a senadora Ângela Portela (PT-RR). A matéria seguirá agora para exame na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde receberá decisão terminativa . Portanto, se aprovado, poderá passar diretamente a exame na Câmara dos Deputados.
Vanessa Grazziotin observa no projeto que o câncer de colo uterino é o segundo tumor maligno de maior incidência na população feminina no país, só perdendo para o câncer de mama. Citando dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), afirma que são estimados 18.430 novos casos da doença e 4.800 mortes por ano. Além disso, observa que a maior incidência ocorre entre mulheres de baixa renda e menor escolaridade nas regiões Norte e Nordeste.
Apesar dos altos custos associados a um programa abrangente de vacinação contra o HPV, a relatora, Ângela Portela, afirma que os avanços sociais e sanitários vão superar os gastos com ampla vantagem. Atualmente, a vacina é oferecida apenas em clínicas privadas, por preços nunca inferiores a R$ 600,00 pelas três doses necessárias e que podem chegar perto de R$ 1.500,00 em alguns estabelecimentos.
No debate, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) observou que pode ser difícil assegurar a vacina a toda a população feminina, de forma imediata, em país tão grande. Porém, salientou que nada impede que a vacina comece a ser aplicada, especialmente nas regiões onde se registra a maior incidência de infecção pelo HPV.
Agência Senado
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2011/06/30/vacina-gratuita-contra-hpv-pode-ser-garantida-a-mulheres-dos-9-aos-45-anos

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A leitura ajuda na fantasia sexual e no desejo



Livros como "Cinquenta tons de cinza" , " Qualquer coisa que ele queira", "A casa dos budas ditosos", "Amante de Lady Chatterley" tem sido destaques nas prateleiras das livrarias.

Mas o que eles tem de tão especial que virou "moda" te-los na cabeceira da cama?

Livros com temas "picantes" tem se tornado atrativo até para quem não gosta ou não possui o costume de ler. Uns vão na "onda" da moda, outros leem porque realmente apreciam uma boa leitura, mas o que vale mesmo é LER!

Mas não basta ler, é necessário concentração e envolvimento com a leitura, aí sim será uma leitura inesquecível.

Muitas pessoas possuem vergonha em ler livros que dizem repeito a sexo, romances "apimentados", eróticos, mas eles podem ajudar a pessoa a desmistificar o tema e a ficar mais "solta" na hora H.

Livros desse gênero instiga o que diz respeito à fantasia, "alimentando" o desejo sexual. E não apenas isso, provoca a criatividade, um ponto essencial para o casal sair da rotina sexual.

Quando existe a comunicação entre o casal sobre fantasias, desejos, estreita a intimidade entre eles, estimulando muito mais a vida sexual.

Saber erotizar é saber despertar o desejo!

Leituras eróticas e fantasias sexuais, quando são bem aproveitadas, potencializa a sexualidade do casal, pois juntos irão buscar novas formas de obter um prazer maior. Até a auto-estima do casal melhora, pois provocará uma vontade maior em estar mais atraente para o (a) companheiro (a), o desejo sexual será demonstrado, tornando o outro mais desejado, estimulando esse desejo entre ambos.

A fantasia é saudável, mas existe um limite, ou seja, deixa de ser saudável quando começa a atrapalhar a vida da pessoa. Uma das maneiras de atrapalhar, é viver apenas a fantasia, deixando de se relacionar com o outro. É necessário também respeitar o limite do outro, dialogar sobre o assunto, para saber se os dois concordam em realizar a fantasia, senão pode ser muito frustrante e atrapalhar o relacionamento.

Fantasiar e se comunicar com o (a) parceiro (a) pode estreitar a intimidade entre ambos e melhorar muito o relacionamento, basta vivencia-la da maneira saudável e ser feliz!

Psi. Adriana Visioli

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ejaculação precoce prejudica a autoestima e a qualidade da relação


Diversos "fantasmas" assombram os homens no que diz respeito à vida sexual. Um dos mais freqüentes é a ejaculação precoce, geralmente associada à ansiedade, stress e outros fatores psicológicos e orgânicos, que acometem jovens e adultos. 

É importante destacar que a ejaculação precoce atinge homens de todas as idades e influencia não apenas no ato sexual, mas na segurança e auto-estima masculina. Há homens maduros que convivem com o problema desde muito jovens, mas a ejaculação precoce pode se manifestar também já em idade adulta. 

Fatores psicológicos aparecem com freqüência maior, mas outros fatores também podem existir. O órgão masculino tem uma temperatura de 0,5 a 0,7 grau mais baixo que o resto do corpo. Em pessoas que apresentam uma sensibilidade muito alta na glande, essa diferença de temperatura pode gerar um estímulo mais intenso, que favorece a ejaculação precoce.

Pacientes com ejaculação precoce podem ficar preocupados em melhorar sua performance sexual e acabar apresentando outros problemas que podem prejudicar a qualidade de suas ereções
Uma das maiores dúvidas de pacientes que chegam ao Centro Médico Masculino de Campinas, onde atuo, é saber exatamente o que é a ejaculação precoce. Considera-se que um homem tem ejaculação precoce quando ela ocorre com menos de 05 minutos após a penetração, na maioria de suas relações sexuais. 

Mas o tempo de ejaculação é muito variável e leva em conta outros fatores, ligados à companheira e ao ambiente - envolvimento, atração, local, grau de excitação, que estão relacionados a cada episódio. Portanto, não significa que o homem tem problemas de ejaculação precoce se isso acontecer em uma relação isolada, mas apenas quando o quadro se repete insistentemente, sem que o homem tenha controle desse evento.

 Para solucionar o problema, é comum, por parte de alguns profissionais, a indicação de medicamentos estimulantes que ajudam a manter a ereção por mais tempo. 

O uso de estimulantes, porém, entre os quais o mais conhecido é o Viagra, não é um tratamento para a ejaculação precoce, pois nesse caso o que ele faz é prolongar a ereção. Como todo medicamento, ele tem seus efeitos colaterais especialmente se usado indiscriminadamente e em excesso. O uso prolongado desde a juventude pode trazer conseqüências mais sérias. 

Tratando o problema

Para um tratamento eficaz, o ideal é primeiro determinar as causas do problema, o que só pode ser feito mediante avaliação médica. Após a análise no consultório, quando percebemos que o paciente apresenta ejaculação precoce em decorrência de aspectos psicológicos, é comum a indicação de acompanhamento terapêutico, podendo haver ou não associação medicamentosa, de acordo com cada caso. 

Quando as causas são físicas, é possível tratar o problema usando desde medicamentos até técnicas de dessensibilização da glande. 

Conversar com o médico é essencial

É comum pacientes com ejaculação precoce ficarem tão preocupados em melhorar sua performance sexual que acabam apresentando outros problemas que podem prejudicar a qualidade de suas ereções. Muitos homens, por causa de algum evento isolado, passam a acreditar que têm ejaculação precoce, quando, na verdade, apresentam ejaculação normal. 

Para eliminar essas dúvidas, obter um diagnóstico correto, e, se necessário, receber o tratamento adequado, a indicação é sempre procurar um profissional especializado. E mais uma dica: é importante encarar a solução da ejaculação precoce como um tratamento que, portanto, exige um período de acompanhamento médico.  

http://www.minhavida.com.br/saude/materias/11399-ejaculacao-precoce-prejudica-a-autoestima-e-a-qualidade-da-relacao





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Intimidade Sexual no Casamento


Muitas pessoas pensam que basta estarem casadas para que a intimidade sexual seja completa e franca. Depois de alguns meses ou anos de casamento, percebem que não é bem assim. Aquilo que parecia ser fácil e que poderia vir com naturalidade, de repente, estancou e não houve mais progresso.
A espontaneidade de falar sobre determinados pontos dessa intimidade torna-se difícil para alguns casais.

Devemos pensar, no entanto, que da mesma maneira que desenvolvemos uma certa intimidade nas amizades e relacionamentos, também o fazemos na área sexual. Ou seja, a conversa, as confidências e o toque são fundamentais. Mas, uma das maiores dificuldades é a abordagem do assunto.

Como e quando começar essa abordagem? Um dos momentos mais propícios é naturalmente nos minutos que precedem a relação (no momento do toque, quando cada um pode dizer ou indicar as áreas que mais lhe excitam; que mais lhe dão prazer).
Muitos maridos desconhecem as áreas erógenas da mulher, tendo apenas um conhecimento geral do assunto. No entanto, sabemos que cada mulher é diferente. Algumas, na própria relação, sentem-se mais à vontade assumindo determinadas posições que outras. Adivinhar não faz parte da habilidade do parceiro. É necessário conversar sobre isso. Percebo que uma grande dificuldade também vem da educação de algumas mulheres. Algumas receberam uma orientação sexual rígida, distorcida, e muitas desconhecem a anatomia do próprio corpo, o que dificulta tremendamente a conquista do prazer.
Na grande virada do movimento feminista, quando foi alardeado que o orgasmo não era só privilégio dos homens, as mulheres automaticamente impuseram-se ter orgasmos a cada relação. Muitas porém não o conseguiam e isso as tornava insatisfeitas ou pior, imaginando que havia algo errado com elas. Os maridos, por sua vez, sentiam-se culpados por não saberem levá-las sempre ao orgasmo. Mais tarde, em pesquisas, descobriu-se que não é em toda relação sexual que a mulher atinge o orgasmo (pelo menos isso acontece com a grande maioria delas).
Portanto, três pontos são importantes para desenvolver essa intimidade:

a) conhecimento do próprio corpo, b) conhecimento sobre sexualidade e c) diálogo.

Lembro-me de duas moças na faixa de seus vinte anos, universitárias, onde o problema estava justamente num dos pontos acima. Ambas solteiras, a primeira confundia a função do clitóris com a da uretra e desconhecia que a grande maioria das mulheres atinge orgasmo através da manipulação clitoriana. A segunda perguntou-me se, na noite do casamento, teria de ficar de camisola e toda coberta na relação sexual. Novamente a rígida educação sexual vinda da família, igreja etc.
Percebo o quanto de desconhecimento ainda existe mesmo com as inúmeras palestras, revistas e estudos sobre sexo. Em algumas igrejas, o assunto ainda é tabu. A vergonha do próprio corpo e da nudez frente ao parceiro é mais comum do que se imagina.
Outra dificuldade está quando o marido aprecia determinadas carícias ou posições e a esposa não — esse é um momento perigoso. Deixar de viver um desejo, licitamente permitido, e não poder fazê-lo porque a esposa se sente constrangida ou com vergonha, com certeza leva o marido à frustração. A chave seria cada um ceder, pelo menos um pouco, a favor do outro. Perceber que o outro se sente satisfeito e completo quando me aventuro a ceder significa que a relação também poderá ser satisfatória, porque nesse momento somos um só. “Uma só carne”, na liguagem bíblica. “Um só” – significa, também, que o prazer do outro também é o meu prazer. Mas, para isso, preciso ceder. Se for possível para mim fazê-lo em determinados pontos, sei que o parceiro também poderá ceder um pouco a meu favor. Estaremos assim no meio do caminho, sem o perigo das frustrações.
Alguns pontos bem mais sérios impedem que a relação sexual seja totalmente satisfatória. Lembro-me de uma moça que ao se casar descobriu que tinha frigidez sexual e, portanto, não gostava e não sentia prazer na relação, passando a evitá-la sistematicamente. Enquanto estava em tratamento, o que deveria surtir um resultado a longo prazo, percebeu que a insatisfação por parte do marido e seu mau humor  acentuavam-se a cada dia. Seu descontentamento não se limitava mais somente à relação em si, mas estendia-se também ao trabalho, à casa, à família e a outros pontos. Era evidente a raiz do problema. Decidiu contar-lhe o que se passava e como não lhe era doloroso ter relação, resolveu ceder algumas vezes. O marido caminhou sua parte, não lhe pressionando sistematicamente como fazia antes, e assim, os dois conseguiram ir até o meio do caminho. Ela teve filhos, podendo preencher o lado maternal, que obviamente era igual ao de todas as mães. A satisfação do marido pôde ser recuperada nas outras áreas, pois a raiz do problema tinha sido parcialmente solucionada.

Prazer completo na relação ela continuava a não ter, mas tinha prazer no relacionamento afetivo com seu marido. Creio que o importante, nesse caso, foi a resolução da esposa em admitir contar ao marido o que se passava com ela. Esconder ou “fazer de conta” seria o pior para ambos. Novamente, o diálogo aqui foi fundamental.

Discutir, ler e conhecer mais sobre o assunto é a única maneira de se conseguir desenvolver essa intimidade e conhecer mais sobre as dificuldades e desejos do parceiro. Isso faz com que cada um se sinta mais à vontade e com menos constrangimento para poder se chegar no passo seguinte: colocar em prática o que foi conversado.
Artigo publicado originalmente em Casal Feliz (Ano IX – No. 33)
Marilena Henriques Teixeira Netto
http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/07/20/intimidade-sexual-no-casamento/#more-64