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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Merece uma segunda chance?

Normalmente casais que estão há muito tempo juntos e que estão passando por conflitos conjugais ficam indecisos se devem continuar na relação ou não.

Esta indecisão pode piorar a convivência do casal, criando barreiras,trazendo vários sofrimentos a ambos enquanto não enfrentarem e tentarem resolver o que os incomodam.

Algumas questões levantadas podem ajudar o casal a decidir o que realmente querem.

Antes de tudo, é necessário que o casal identifique qual é esse conflito, ou seja, o que está levando o casal a ficar desconfortável com a presença do outro.

Após identificar o que está acontecendo, é primordial saber se ainda existem sentimentos que os levam a ficarem juntos, esses sentimentos podem ser aqueles lá do início do relacionamento, como também sentimentos contruídos ao longo da convivência entre o casal.

É natural o casal se acostumar com a presença do outro, se acomodando. São pontos relevantes para estarem sendo descobertos, para saber se realmente gostam um do outro, se há sentimentos positivos que mantem o casal juntos, ou apenas estão acomodados em ter a presença do outro.

Caso houver ainda vontade em ficarem juntos, nada melhor do que o casal conversar sobre esses conflitos e propostas de mudanças.

É importante ressaltar que ambos precisam estar dispostos a mudar e a melhorar. Quando um relacionamento não vai bem, e decidem continuar juntos, é obrigação dos dois tentar resgatar o que foi perdido, com a finalidade de melhorar o relacionamento.

Ir "empurrando o problema com a barriga" só fará com que ele aumente, gerando outros problemas.

Existem sentimentos positivos entre os dois? Conseguem identificar qual está sendo o problema? Agora é a hora de colocar esses problemas em uma "balança imaginária" para saber se realmente vale a pena investir novamente no relacionamento.


Nesta "balança", coloque os pontos positivos e negativos de cada um, e de continuarem juntos, ou seja, quais sãos as coisas boas e ruins. Se os positivos prevalecerem, e os dois concordarem em tentar melhorar, pode ser que ficarem juntos é o melhor.

Mas é importantíssimo os dois mudarem. Jogar as responsabilidades da mudança apenas para um, não fará com que o relacionamento seja satisfatório para ambos. Cada um fazendo a sua parte pode ser que consigam encontrar a felicidade. Para que isto aconteça, é necessário escutar o outro para saber suas necessidades, e também falar quais as suas necessidades para que o outro saiba, pois lembre-se, ninguém tem uma bola de cristal.

Caso apenas os negativos ficarem em evidência, comece a repensar sobre insistir em algo que poderá não dar certo.

Lembre-se, não apenas propor mudanças, mas realizá-las. Promessas são válidas apenas quando são concretizadas, portanto, ao invés de prometer, busque identificar o que precisa melhorar e comece a agir, se essas promessas já foram feitas, mas não obtiveram uma mudança, avalie seu relacionamento.

Claro que tudo isto na teoria é muito mais fácil do que na prática.

A melhor saída é o diálogo, e se ainda houver dificuldades em identificar os problemas e as mudanças, um psicólogo poderá ajudar.

Psi. Adriana Visioli

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Pílula anticoncepcional masculina está perto da realidade, dizem cientistas


A versão masculina da pílula anticoncepcional nunca esteve tão perto da realidade, afirma uma pesquisa que acaba de ser publicada numa das principais revistas científicas do mundo, a "Cell".

Por enquanto, a substância, conhecida pelo codinome JQ1, só foi testada em camundongos e ratos, mas isso não impediu os autores do estudo de usar uma linguagem confiante que não é muito comum em artigos científicos.
"Acreditamos que nossas descobertas poderão ser adaptadas completamente para seres humanos, criando uma estratégia inovadora e eficaz de anticoncepcional masculino", escrevem eles.

A bravata faz sentido? Cientistas não envolvidos no estudo dizem que sim. Em primeiro lugar, o método demonstrado por Martin Matzuk, da Faculdade Baylor de Medicina, no Texas, e James Bradner, da Universidade Harvard, é reversível.

Bastou que os bichos usados no estudo parassem de levar injeções da JQ1 para que se tornassem totalmente férteis, gerando filhotes que, pelo que se sabe, são normais.

A substância também não mexe com os hormônios sexuais, como a testosterona. Por isso, o interesse sexual, bem como a capacidade de cortejar fêmeas e copular com elas, ficou intacta nos roedores usados como cobaias.

EMPACOTADO

O alvo da nova droga é uma proteína aparentemente crucial para "desempacotar" o DNA das células que estão virando espermatozoides.

Esse processo complexo, com uma série de passos específicos, transforma células normais nas criaturas extremamente especializadas que nadam rumo ao óvulo para fecundá-lo.

Em essência, o que a JQ1 faz é travar o desempacotamento, impedindo que os genes certos sejam ativados para essa metamorfose.

O resultado foi uma redução dramática do número de espermatozoides dos bichos: após seis semanas recebendo injeções duas vezes ao dia, só 11% da quantidade normal das células estava presente.

E mesmo os espermatozoides sobreviventes do massacre não "sabiam" nadar -só 5% deles se movimentavam normalmente.

Matzuk disse à Folha que ainda há detalhes a melhorar. "Vamos tentar modificar a nossa molécula para que ela tenha ação mais específica. E também vamos pensar em como aplicar a substância em pacientes humanos."

Segundo ele, o método final poderia ser uma pílula ou injeções que permitam a liberação lenta e gradual da substância no organismo.

Ele minimiza o único efeito colateral da droga nos roedores: a diminuição do tamanho dos testículos, que vai de 15% a 50% nos bichos.

"Isso já é algo normalmente variável nos homens. O importante é que não há efeitos no pênis ou no desejo sexual", afirma Matzuk.

Resta saber se os homens seriam tão assíduos quanto as mulheres ao se proteger.

A empresária Aline Lopes, 31, de São Paulo, usou anticoncepcionais por dez anos e agora deu uma pausa, por causa dos efeitos colaterais. Mesmo assim, prefere não delegar a tarefa a um homem.

"A mulher tem mais disciplina para tomar remédios. Só confiaria se fosse um homem muito caxias, certinho, mas isso é difícil de achar. Prefiro eu mesma tomar."

Para Aline, só depois de muito tempo de relacionamento seria possível entregar a responsabilidade da contracepção a um companheiro. "Não seria algo imediato."

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

As Quatro Fases de Um Amor Complicado (E Como Sair Delas)


coracao partido
Se você sente arrependimentos frequentes por decisões de relacionamentos amorosos, é possível que este post tenha a ver com o seu caso. Eu estava conversando com uma pessoa muito querida, quando ela me contou várias razões pelas quais deseja voltar para um possível amor da sua vida. Alguém que luta por essa pessoa o tempo todo, que diz que eles são feitos um pro outro… Essas coisas.

Não vou entrar em detalhes sobre quais são exatamente as razões do casal, mas existe um padrão interessante nos relacionamentos, pelo qual muita gente já passou, e que eu quero comentar aqui. Eu mesmo já estive dentro dele, e o que quero é que você, assim como eu e várias pessoas que conheço, melhore-o.


Relacionamentos “Iôiô”… Conhece Alguém Assim?


A primeira coisa que devo destacar é que essa pessoa, assim como muitos de nós quando estamos em relacionamentos amorosos complicados, vive num “vai-e-volta” que parece não ter fim. O casal junta, separa, junta, separa… Em um ciclo que a gente até consegue prever qual será a “próxima parada”.

O destino dessa rotina é um dia saturar: ou o casal fica de vez, ou separa de vez. A ficha cai, mas costuma demorar bastante. Fica aquela sensação de tempo perdido, sabe? Então, no fim desse ciclo, duas emoções muito comuns entram em jogo: a tal resignação e o arrependimento. Vamos analisar a história de um relacionamento desse tipo. Aqui em baixo estão as quatro fases de um típico amor complicado:



Cabem aqui algumas observações:
  1. A vida a dois é uma fase contínua, preenchida ao longo do tempo por insatisfações
  2. A separação é um evento causado pela saturação de pelo menos uma das partes
  3. A vida em separação é contínua e preenchida por saudade e insegurança
  4. O momento da reconciliação é um evento motivado pela falta da companhia do outro, e é publicamente famoso por ser um dos melhores momentos que alguém pode viver na vida.


Você Prefere a Reconciliação ou a Redenção?


Sério… Quem nunca ouviu falar que o “amor da reconciliação” é o melhor que existe? Na minha análise, esse é momento de “pico” de um relacionamento complicado, porque até que ele aconteça, três outras fases cheias de turbulências rolaram. E viver em turbulência não é viver feliz.

A idéia do “amor da reconciliação” como um dos melhores da vida de alguém é uma farsa. Quem vive apenas pra se reconciliar desconhece a beleza do amor diário, de longa vida, sem conflitos.

Se você observar o diagrama, vai perceber que esse ciclo pode ser dividido em duas metades, esquerda e direita. Há quem diga que uma das metades pode ser a “bonança” e a outra metade é a “tempestade”. Eu quero saber de você: qual das duas você acredita ser a bonança, e qual das duas é a tempestade?


Você Se Sente Numa Prisão Quando Está Com o Seu Amor?




Certos casais, ao viverem juntos, parecem querer controlar um ao outro. Existem certas regras que induzem reclamações na vida a dois. Coisas do tipo: “nós só podemos sair se for juntos”, ou “ele(a) não colabora comigo”, ou “ele(a) dá mais atenção aos amigos do que a mim”.

Seja qual for a reclamação, ela parece ser especialmente presente enquanto o casal vive junto. Alguns problemas nunca são resolvidos, e já que sempre provocam discussões, às vezes são até evitados. Fica aquele “climinha”, sabe? Tipo, você percebe que tem algo estranho no ar, mas a outra pessoa diz: “não foi nada”. Isso satura. Satura muito. Ninguém merece viver assim.

Obviamente, continuar nesse estágio faz você pensar: esse não é o amor da minha vida. Não é a pessoa com quem eu deveria estar.


Quando Você Separa, Vive Morrendo de Saudades?


No momento em que se encontram longe um do outro, os pombinhos morrem de amores. Após um breve momento de satisfação inicial (que é muito breve mesmo), começam a surgir as grandes dúvidas… “Será que eu fiz certo?”, “será que eu sou uma pessoa boa?”, “será que é mesmo ele(a) o amor da minha vida?”, “Será que a gente precisa mesmo voltar?”

Mesmo separados, dá aquela vontade de saber do outro. Aquela insegurança… “Será que eu vou perder essa pessoa? E se eu nunca mais conseguir alguém assim? Ele era desse jeito, mas pelo menos ele fazia aquilo que eu gosto tanto…”

Não preciso dizer que é o aumento dessa insegurança, aliado à saudade do contato e do próprio amor um pelo outro que faz o casal retomar o relacionamento… No dia do grande reencontro, acontecem promessas, juras, pedidos de perdão dos dois lados… E finalmente, o ato da consumação do amor na reconciliação do casal. Ah, o amor!

Nota: não se preocupe se você sentiu certos “calores” quando leu esse último parágrafo. Muita gente vai sentir também.


Quais As Consequências do Fim Desse Ciclo?



Como eu disse anteriormente, é comum essa rotina saturar um dia. E aí, das duas, uma acontece: ou o casal fica de vez, ou separa de vez. Mas… Quais são as conseqüências de encarar uma posição “definitiva” sem mudar a maneira como você enxerga os seus relacionamentos?

Logicamente, se você se separa definitivamente nessa história complicada, vai se sentir com um “amor perdido” por muitos anos, senão pelo resto da sua vida. Aquela dúvida vai perdurar pra sempre na sua cabeça… “E se ainda estivéssemos juntos?” É muito comum vermos pessoas que não conseguem viver um amor pleno com alguém novo depois de uma grande história.

O outro lado também acontece: se você vive junto definitivamente, vai achar que boa parte da sua vida é uma infelicidade a dois. Isso é horrível. Pinta sempre aquela vontade de “estar longe”, de sumir de onde você vive. Pelo menos por um tempo, só pra “pegar um pouco de ar”. Isso também dá margem para traições e violência, inclusive a psicológica. Já vi tudo isso acontecer bem de perto, e não é nada agradável.

Nos dois casos, você vai acabar alimentando uma vida amarga. Eu e você sabemos que essa não é a maneira correta de se viver.


Visitando o Olho do Furacão


No epicentro desse ciclo insalubre estão os motivos destrutivos. É como se fosse um furacão mesmo. Frequentemente, poetas retratam os sentimentos como um “turbilhão”. São vontades e desejos que nos impulsionam a desconstruir nosso estado exterior. O movimento de desconstrução/reconstrução é humano e saudável, desde que não te prenda em uma cadeia que te faça infeliz.

Se você quer saber se seus motivos são construtivos ou destrutivos, basta olhar o seu ambiente: com suas decisões e seus pensamentos, seu relacionamento fica melhor ou pior a cada dia? Mais segurança ou mais insegurança? Mais satisfação ou menos satisfação?

Esse negócio é sintomático: se o seu resultado é positivo, então está no caminho certo. Se é negativo, você precisa mudar algo. E isso tem que começar por dentro.


O Interior e o Exterior São Mundos Diferentes


Uma pessoa que vive em um eterno vai-e-volta em seus relacionamentos enfrenta um conflito muito grande: quando está junta do outro, deseja estar separada. Quando se encontra separada, deseja ficar junta. Não me interessam os motivos: interessa o resultado desse “vício” de relacionamento.

Permita-me ser um pouco autoritário aqui: enquanto você for incapaz de alinhar seu interior e exterior, você será incapaz também de viver o seu grande amor adequadamente. Não é saudável pra você querer a todo momento o exato oposto da situação em que você vive. Você sabe disso, não preciso te lembrar.

Se você passa por esses problemas, você precisa desenvolver a aceitação da sua condição. Qual delas? Juntos ou separados? A escolha é inteiramente sua… Mas qualquer que seja a decisão, você precisa também decidir que todo evento externo será uma grande e nova ferramenta no desenho e na descoberta do seu amor verdadeiro. Esse é o propósito, e ele não pode sair da sua cabeça.

O amor perfeito existe. Ele reside antes na escolha de se viver o amor perfeito, não me interessa com quem. Tenha uma vida plena e feliz, porque todas as pessoas merecem essa vida.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Exercício físico e qualidade de vida


Hoje resolvi escrever sobre os benefícios da atividade física para uma boa qualidade de vida.

Todos já sabemos que praticar exercícios é ótimo para a saúde física, mas poucos lembram o quanto também influencia para o bem estar emocional. Não temos como separar a saúde física da saúde emocional, uma complementa a outra.

Se fizermos uma pesquisa nas academias, a maior parte dos frequentadores começaram pela preocupação com a estética corporal.

A estética possui uma influência muito grande para a vida das pessoas, principalmente na atualidade, em que o escultural é exposto em revistas, televisão, propagandas...

Estar bem com o próprio corpo pode deixar a pessoa mais auto confiante, tendo um relacionamento social mais satisfatório para a mesma. A auto estima influência em como falamos, nos vestimos, nos relacionamos e nos comportamos frente as outras pessoas.

Vale a pena ressaltar que estar bem com o próprio corpo não existe um regra, ou seja, não precisa estar de um determinado jeito (magro, gordo, alto, baixo, com músculos visíveis ou não), o mais importante é a pessoa se sentir bem.

O exercício físico complementando o tratamento de depressão, estresse e ansiedade pode ajudar a pessoa a ter uma melhora muito mais rápida e significativa.

Outro benefício é na parte sexual. Uma pessoa que não tem vergonha do seu corpo, conseguirá ter muito mais prazer na atividade sexual, pois não ficará preocupada com o que o outro estará vendo, e o foco será apenas no momento vivenciado. Uma outra questão que também ajuda na parte da relação sexual, é o fortalecimento da musculatura, o alongamento e a resistência física, proporcionando um condicionamento físico, ajudando a pessoa a não se cansar tão rápido, bem como diminuir dores musculares após a relação, conseguir se manter em posições que podem ser muito mais prazerosas, enfim, a nossa vitalidade sexual irá se beneficiar muito com a prática de exercício físico. O desejo sexual também se altera, pois também se sentirá mais desejado (a).

A disposição do dia a dia também muda, a pessoa se sentirá mais disposta a enfrentar a correria do trabalho, da casa, dos filhos... o cansaço físico é diferente do cansaço emocional. Muitas vezes o cansaço de uma atividade física pode aliviar o estresse e a irritação de um dia de trabalho, por exemplo. É só perceber seu estado emocional antes e depois de sair de uma academia. Muitas pessoas relatam não ter disposição depois de ter trabalhado muito para ir à academia, porem, após saírem, relatam sensações de satisfação e alívio.

Durante a prática do exercício físico, é preciso certa concentração, também desviando os pensamentos dos problemas do dia a dia, fazendo com que a pessoa relaxe dos problemas.

Vários hormônios são liberados na prática de exercícios, e um deles é a endorfina. A endorfina é produzida em resposta à atividade física e ao orgasmo, sendo conhecida como o hormônio do prazer. Atua no sistema nervoso, ocasionando um estado de euforia ao cérebro, gerando bem estar e prazer. Por isso muitas pessoas que não gostam tanto de exercício, se sentem bem depois de realiza-los.

A endorfina melhora a memória, o bom humor, aumenta a resistência, aumenta a disposição física e mental, melhora o sistema imunológico, melhora a concentração...

Mas é preciso estar alerta aos limites. Tudo o que é demais, ao invés de ajudar, pode prejudicar. Uma maneira de saber qual é o seu limite, é conhecer o próprio corpo, as reações e sensações que o exercício vai ocasionando, por exemplo, as lesões podem ser um indício que seu limite está extrapolando.

Como há este limite, o que é demais é ruim, mas também o que é de menos também pode ser.

Aliando a saúde física com a saúde emocional, com certeza terá uma excelente qualidade de vida!

Psi. Adriana Visioli

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

OUTUBRO ROSA

Hoje, dia primeiro de outubro começa a campanha "Outubro Rosa", um movimento popular na luta contra o câncer de mama que atinge não apenas o Brasil, mas  em diversos países.

Durante este mês, as cidades ficam enfeitadas pela cor rosa, desde vitrines, vestimentas, lugares turísticos, iluminação...

O objetivo deste movimento é chamar a atenção para o câncer de mama e a importância de fazer um diagnóstico precoce.

Apoie esta campanha!

O auto-exame é de essencial importância, e deve ser realizado pelo menos uma vez por mês, e visitas anuais ao ginecologista. Ele pode ajudar a diagnosticar o quanto antes, evitando possíveis complicações futuras. 

Auto-exame de mama:


Vale lembrar, que em se tratando de câncer, o câncer de mama não é o único que tem matado muitas mulheres, mas o HPV (papilomavírus humano), que pode ocasionar o câncer de colo de útero, também sendo a causa de um número muito significativo de mortes de mulheres.

Por isso a importância de estar regularmente indo a um médico ginecologista, pois como qualquer tipo e localização de câncer, se diagnosticados e tratados logo no início podem evitar mortes.

Psi. Adriana Visioli